Amar é como navegar, é velejar nas ondas da paixão, é aproveitar a brisa mansa e beijar a calmaria das águas, mas também há tempestades: a brisa torna-se vendaval, a calmaria um mar revolto e as marolas viram ondas gigantes. Se os marinheiros não tiverem confiança um no outro o barco adorna, afunda e a navegação, outrora forte e confiante, acaba, restando aos marinheiros as lembranças dos dias de calmaria e tranquilidade.
Não desista de navegar quando a tempestade chegar, é ela que testa a coragem da tripulação e uma vez que passa o mar volta ao seu explendor de calmaria e serenidade.
terça-feira, 8 de março de 2016
Amar é navegar
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